sexta-feira, 28 de abril de 2017

IV Encontro Brasileiro de Autos Antigos em Águas de Lindóia - breve visita


 
Visitar um dos encontros de autos antigos em Águas de Lindóia há tempo fazia parte da minha lista de intenções.  Tal desejo se concretizou nesta  edição de 2017 do Encontro Brasileiro de Carros Antigos. Não houve o costumeiro planejamento que traço, geralmente uns quatro meses antes de cada encontro que vou.  Esse veio de uma oportunidade surgida poucos  dias antes. Leitor assíduo do portal Auto Entusiastas, me inscrevi no Experiências 2, uma promoção no qual dez leitores foram selecionados através de sorteio para viajar de São Paulo a Águas de Lindóia em uma Sprinter e passar o dia em companhia do editores do portal.  Fui um dos dez contemplados e assim realizei meu antigo intento. Aliás, alegria em dobro; a da almejada visita ao Encontro e a de conhecer de perto os editores do portal predileto.


Distante 158 km da capital paulista, com altitude média de 945 metros, o pequeno município da Estância Hidromineral de Águas de Lindóia está encravada entre paisagens de rara beleza e contemplada com o agradável clima serrano. Durante o evento a pacata e convidativa cidade de menos de vinte mil habitantes se transforma com o movimento de visitantes que lotam suas ruas.

Segundo o portal Maxicar, este ano a Exposição teve 750 veículos inscritos, um recorde e sem dúvidas um número respeitável.  Apesar que, na minha opinião, o ideal é que limitassem o número de carros expostos, acho que o espaço da Praça Ademar de Barros, onde a exposição é montada, não  comporta adequadamente número tão elevado. O resultado é que não era possível tirar fotos ou mesmo apreciar os carros em todos seus ângulos devido a exagerada proximidade entre os carros.  Fato agravado pelas largas fitas divisórias entre o público e os antigos.

Sobre os atrativos, vale destacar que além da exposição o evento também agrega um pátio cercado, próximo a praça de exposição, destinado a venda de veículos antigos onde, ainda de acordo como o Maxicar, o número de carros à venda era equivalente ao de veículos expostos. Outro atrativo durante o Encontro é a movimentada feira de peças, como pude conferir "in loco".

Por conta da brevidade da visita, não colhi informações sobre premiações ou mesmo o histórico dos autos de maior destaque. Finalizo então com a galeria de fotos.

 FOTOS DO IV ENCONTRO BRASILEIRO DE AUTOS ANTIGOS - ÁGUAS DE LINDÓIA

Na calçada à direita, o grupo dos editores e leitores do portal Auto Entusiastas chegando a Praça Ademar de Barros


Atração a parte é feira de peças montada ao redor da praça, as vias ficam apinhadas de visitantes


Na feira de peças lojas especializadas em veículos antigos e hot rods também marcam presença


Nas lojas da feira, uma atenta "garimpagem" pode resultar no fim de demoradas buscas de peças raras para o antigo



Um SIMCA 1000, modelo raro no Brasil e bem diferente dos modelos da marca que foram fabricados aqui.


O SIMCA 1000 da foto anterior, visto por outro ângulo. A foto registra também o quanto a Praça de tornou pequena para tantos carros



Os SIMCA nacionais também marcaram presença, na lente o Jangada, primeira perua grande fabricada no Brasil.


A eclética Kombi sempre surpreendendo. Esta Turismo, transformada pela VW na década de 1960, foi a única produzida.


A Kombi Turismo em outro ângulo

Os belos Volkswagen Karmann-Ghia que sempre alegram os olhos dos visitantes em encontros de antigos também vieram

O Karmann-Ghia visto em outro ângulo


Um belo Aero Willys da primeira versão em sua charmosa pintura "saia e blusa"


Destaque para a insígnia adotada apenas no primeiro modelo


A ilha dos imponentes V8 americanos - uma das mais visitadas


Ford Galaxie marcou presença em ano de comemoração - 50 anos desde o início de sua produção no Brasil

Não faltou ronco musical dos poderosos V8 americanos


Diversos exemplares do Willys Interlagos - primeiro automóvel esportivo fabricado no Brasil - abrilhantaram a exposição

Willys Interlagos conversível


O Volkswagen sedã modelo Pé de Boi se fez presente entre os Fuscas



Juntas, Pick-Ups de várias décadas e nacionalidades


Destaque para um exemplar da Internacional com seus cromados reluzentes


A imensa grade cromada chama a atenção


Um belo exemplar da Chevrolet Brasil


O pequeno e reluzente Ford Perfect inglês, em estado impecável, exibia placas de Curitiba


Apenas o nome do modelo, nenhuma identificação da  Ford neste inglês


A ala dos importados americanos atraiu muitos visitantes


Os exuberantes "rabos de peixe" americanos que marcaram época


Os pequenos esportivos nacionais e importados se acomodaram lado a lado


O Triumph, esportivo inglês, carro que ainda desperta paixões


Os charmosos Chevy Bel Air alinhados exibiam seus cromados e linhas marcantes


Os veículos militares também tiveram seu espaço


Um QT nacional fabricado pela ENGESA


Unimog um exemplar de uma das muitas gerações desse fora da estrada


Trabalhadoras que se transformaram em "cult" na última década

O charme da Corujinha na versão Luxo com sua pintura "saia e blusa"



Crosley Sedan - uma das poucas marcas americanas a se aventurar na fabricação de veículos pequenos



O Mini Dacon foi representado por este exemplar


Não faltaram as motonetas e triciclo


Sem dúvidas, a nostalgia sobre duas rodas se fez presente


Uma tenda lotada de motonetas que marcaram época


Entre as motonetas um Tork, a última das motonetas fabricadas em solo brasileiros


Uma japonesa junto as europeias...


... em comum, as pequenas rodas


Ilha agregando modelos de várias marcas das décadas de 60 e 70


Gordini - o modelo Renault fabricado pela extinta Willys


Diversos modelos Volkswagen agrupados lado a lado

Fuscas,  juntos e misturados, se acomodaram em diversas ilhas


Veículos que povoavam nossas ruas na década de 1960


O volante denunciava a origem deste Fusca inglês



No pátio dos veículos à venda, um raro DKW Meisterklasse 1951


Detalhes do Meisterklasse 1951 mostram um veículo não restaurado super conservado

Alavanca de câmbio chama a atenção no Meisterklasse 1951


Soluções de vanguarda do Meisterklasse: motor transversal, tração dianteira e o Dinastart (o dínamo também tinha função de motor de arranque)


Também a venda, um dos belos Cord Sportsman americano, um dos poucos, senão o único em solo brasileiro


O minúsculo Romi Isetta, primeiro automóvel nacional, despertou muita curiosidade e atenção.


A porta única e frontal é uma das características que mais chama a atenção no "carro bolha" nacional



Na ala dos caminhões, dois Ford 8500 potenciados pelo motor V6 Detroit diesel de dois tempos


Caminhão F-600, um dos exemplares do primeiro veículo fabricado no Brasil pela Ford


Chevrolet Gigante, um leve na ala dos pesados




O charme das Pick-Ups de origem americana dos Anos 30



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